COSMOGÊNESE / ANTROPOGÊNESE

27 01 2010

No princípio, criou Deus os céus e a terra.  A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas (…)  Disse Deus: Haja luz; e houve luz.  (…) fez a separação entre a luz e as trevas. 

Chamou Deus à luz Dia e às trevas Noite. (…)  E disse: Haja firmamento no meio das águas e separação entre águas (…)  E chamou Deus ao firmamento Céus. (…)  Ajuntem-se  as  águas  embaixo  dos  céus  num  só  lugar,  e  apareça  a porção  seca.

 À porção seca chamou Deus Terra e ao ajuntamento das águas, Mares.   Produza  a  terra,  relva,  ervas  que  dêem  sementes  e  árvores  que  dêem  frutos (…)  Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais, para estações, para dias e anos.

(…) e fez também as estrelas.  (…)  Povoem-se as águas de seres viventes: e voem as aves sobre a terra (…)  Criou, pois, Deus, os grandes animais marinhos e todos os seres viventes que rastejam, e todas as aves (…)

Produza a terra, seres viventes, animais domésticos e selváticos (…)  Façamos o homem á nossa imagem, conforme a nossa semelhança (…)  Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. (…)

E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, descansou nesse dia de toda a sua obra que (…) como Criador, fizera.

Gênesis 1; 2.1-3

Para discorrer sobre esse 2o Resgate, tenho que me reportar ao início dos tempos no nosso planeta Terra: terceiro planeta a partir do Sol, sistema solar de Hélios e Vesta, uma estrela anã amarela, de quinta grandeza, situada a 32.000 anos-luz, Braço de Orion, 13a Região Administrativa da Via Láctea. 

Todo planeta, como nós, é um ser em evolução: nasce, tem uma finalidade de existir, e tem obrigação de evoluir.  E nosso planeta nasceu, num sopro de amor de criação Divina, resultante da repetição incessante do som da Vida:

 AUUUUUMMMMM!

O som da vida, o verbo resultante do movimento dos átomos. 

A é o mundo divino; U é o mundo da alma; e M é o mundo físico manifestado.

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Capela – os Exilados

23 01 2010

Com o passar dos tempos, vieram se juntar aos Atlantes e Lemurianos, povos vindos de Capela, uma estrela alfa amarela, gasosa, da Constelação de Cocheiro, inúmeras vezes maior que o nosso Sol, deste distante 45 anos-luz, e que guardava muitas afinidades com a Terra. 

Por conta de problemas de superpopulação, seres reincidentes no mal, pouco evoluídos, rebeldes, com religiosidade arcaica, conhecimentos de magia negra, vieram e se misturaram com os nativos mais evoluídos, originando a Raça Negra, que formou, posteriormente, o povo Egípcio.

Quase todos os mundos que lhe são dependentes já se purificaram física e moralmente, examinadas as condições de atraso moral da Terra, onde os homens marcham um contra os outros, desconhecendo os mais ínfimos princípios de fraternidade e pouco realizando em favor da extinção do egoísmo, da vaidade, do seu orgulho. 

A humanidade daquele mundo havia atingido um nível de desenvolvimento científico-tecnológico, raramente visto no universo. 

Mas alguns milhões de espíritos rebeldes lá existiam, no caminho da evolução geral, dificultando a consolidação das penosas conquistas daqueles povos cheios de piedade e virtudes.

Mas uma ação de saneamento geral os alijaria daquela humanidade, que fizera juiz à concórdia perpétua, para a edificação dos seus elevados trabalhos. 

Deliberaram, então, se encaminhar aqui para a  Terra longínqua, onde aprenderiam a realizar, na dor e nos trabalhos penosos do seu ambiente, as grandes conquistas do coração e impulsionando, simultaneamente, o progresso dos seus irmãos inferiores.

Espíritos exilados na Terra, foi assim que o planeta recebeu, àquela turba de seres sofredores e infelizes. 

Aqueles seres deixavam atrás de si todo um mundo evoluído e foram exilados.  Reencarnariam no seio das raças ignorantes e primitivas, para lembrarem o paraíso perdido nos firmamentos distantes.

Essas entidades exiladas, em sua maioria, estabeleceram-se na Ásia, de onde atravessaram o istmo de Suez para a África, na região do Egito, encaminhando-se igualmente para a longínqua Atlântida. 

Grande percentagem daqueles espíritos rebeldes, com muitas exceções, só puderam voltar ao planeta da luz e da verdade depois de muitos séculos de sofrimentos expiatórios; outros, porém, infelizes e retrógrados, permanecem ainda na Terra, nos dias que correm, contrariando a regra geral, em virtude do seus elevados débitos.

As raças adâmicas guardavam vaga lembrança da sua situação pregressa, tecendo o hino sagrado das reminiscências.

As tradições do paraíso perdido passaram de gerações a gerações, até que ficassem arquivadas nas páginas dos livros sagrados. 

Aqueles seres decaídos e degradados, à maneira de suas vidas passadas no mundo distante da Capela, com o transcurso dos anos, reuniram-se em três grandes grupos que se fixaram depois nos povos mais antigos, obedecendo às afinidades sentimentais e lingüísticas que os associavam na constelação do Cocheiro.

Unidos, novamente, na esteira do tempo, formaram desse modo, a civilização do Egito, o povo de Israel e as castas da Índia. 

Esses três grupos de degredados formaram os pródromos de toda a organização das civilizações futuras, introduzindo os mais largos benefícios no seio da raças que já existiam.

Dentre os espíritos degredados na Terra, os que constituíram a civilização egípcia foram os que mais se destacavam na prática do Bem e no culto da Verdade.  Em razão dos seus elevados patrimônios morais, guardaram no íntimo uma lembrança mais viva das experiências de sua pátria distante.

Um único desejo os animava, que era trabalhar devotadamente para regressar, um dia, aos seus penates resplandecentes. Uma saudade torturante do céu foi a base de todas as suas organizações religiosas.

Em nenhuma civilização da Terra o culto da morte foi tão altamente desenvolvido. Em todos os corações morava a ansiedade de voltar ao orbe distante, ao qual se sentiam presos pelos mais santos afetos. 

Foi por esse motivo que, representando uma das mais belas e adiantadas civilizações de todos os tempos, as expressões do antigo Egito desapareceram para sempre do plano tangível do planeta. Depois de perpetuarem nas pirâmides os seus avançados conhecimentos, todos os Espíritos daquela região africana regressaram à pátria sideral.