Terra – 2/1/2000 – Zero Hora (em qualquer local do planeta) – a tribulação e o resgate

9 02 2010

“Irmãos!  Paz sobre todas as fronteiras!

Minha vinda até aqui tem por objetivo instruir-vos e orientar-vos, porém só entenderão nossas palavras, aqueles que tiverem ‘ouvidos’ para ouvir e ‘olhos’ para ver.   A Luz que vos toca, despertando um chamado íntimo e vibrante, não ficará solta no espaço, como não ficareis sozinhos no ‘caminho’.   Aqui estamos para dizer-vos que não estais sós.   Somos muitos a guiar e orientar vossos passos.   Paz sobre todos os quadrantes e bondade em vossos corações.   A Luz que brilha em ti, mais forte ainda há de brilhar, quando as outras luzes do Mundo, vierem, enfim, se agrupar.

Ashtar Sheran (Psicografada em 26/07/96)

Quando o planeta intruso se aproximasse da Terra e nele houvesse uma explosão magnética, isso afetaria de maneira instantânea a órbita da Terra, alterando fortemente seu campo magnético, o que acarretaria mudanças na rotação e translação, causando a verticalização de seu eixo magnético, sacudindo violentamente as placas tectônicas ou continentes, o que modificaria toda geografia da superfície terrestre.

Os técnicos extraterrestres calcularam o tempo de órbita do sistema solar da Terra e concluíram que, logo que houvesse a verticalização do eixo, a Terra entraria em uma região do espaço sideral que é um portal natural de aceleração vibracional, o que a transportaria para uma dimensão da densidade atômica mais sutil.

E foi isso que aconteceu …

De noite, um grande terremoto fez a terra estremecer.

A rua mostrava-se repleta de carros já que as pessoas que saíam de seus trabalhos estavam regressando para suas casas.  A movimentação das pessoas aparentava normalidade.

Eu já me encontrava no aconchego do meu quarto, quando tudo começou.

De súbito, um vento estranho soprou fortemente de cima para baixo, a pressão atmosférica começou a ser abalada, e com isto o ar começou a tremer.  Imediatamente os carros pararam, e as pessoas tomadas de assombro começaram a correr por todos os lados, algumas já gritavam de pânico.

O chão começou a tremer e coisas desabavam. 

Também do espaço surgiram objetos (sucatas de satélites, mísseis e outros artefatos), que explodiam no ar e que caíam sobre várias partes do planeta, contribuindo para elevação da poeira que passou a encobrir o sol.

Neste momento, corri para a janela, olhei para o céu e vi pontos luminosos surgindo em todo horizonte.   Tais luzes começaram a descer em direção ao solo.

Ao se aproximarem, pude identificar que algumas eram naves batedoras que começavam a transmitir informações verbais por meio de aparelhos que conseguiam neutralizar o distúrbio atmosférico.

Eles davam as seguintes informações:  “O planeta Terra está passando por uma transformação há muito esperada. Para o bem dos seres que aqui viverão seguindo as leis de Deus, pedimos que procurem manter a harmonia por que dentro do possível, serão recolhidos.”

Logo após as pequenas e luminosas naves descerem, outras naves diferentes estavam descendo e começaram a recolher as pessoas.  Uma das naves deu um vôo rasante sobre minha casa.

Ao voltar meus olhos para as pessoas, vi um mundo em desespero e pavor.   A energia elétrica havia acabado, e na escuridão das ruas o desencarne ceifava os corpos físicos de muitos.

Próximo de mim passaram correndo duas mulheres que tentavam falar histericamente com alguém por meio do telefone celular, que por sinal não estava funcionado.  Percebi que elas, como a maioria das pessoas, estavam pensando que as naves é que estavam provocando tudo aquilo.

Fui tomada pela emoção e queria correr em direção daquelas duas mulheres desesperadas, dizendo que as naves estavam ali para ajudar e que não precisavam ter medo, pois no mundo físico ou no espiritual receberiam ajuda.  Mas isso de nada adiantaria.

Voltei a observar o que acontecia. 

Raios elétricos estranhos desciam do céu em direção ao solo e iam como que queimando ou desintegrando as coisas, os prédios começaram a pegar fogo e a ruir de cima para baixo.

Era a tão falada noite da profecia!

Vi que em sua grande maioria as pessoas não estavam preparadas.  Mas as pessoas tiveram a oportunidade de se preparar.  Lembrei-me de que em minhas leituras e cursos eu havia sido prevenida.

Infelizmente, a maioria das pessoas ridicularizara os avisos e não imaginara que no momento da transição não haveria nem tempo de se lembrar que foi avisado, tão grande o pânico!

As naves que recolhiam as pessoas, os resgatáveis, levavam-nas para o interior de naves-mãe fora da atmosfera terrestre, onde estariam em segurança.

O processo de transferência para o interior da nave foi a teletransporte. A pessoa era desmaterializada aqui e rematerializada no interior da nave.

Foram usados, também outros métodos, como o dos raios deutrônicos, que tinham a capacidade de acelerar a vibração dos corpos físicos a ponto de fazê-los levitar, e até mesmo atravessar tetos sem se machucar, além das esferas de luz (nas quais as pessoas entravam).

Pouco a pouco o portal dimensional começou a descer com sua cor, de um dourado muito forte quase alaranjado, e foi envolvendo todo o planeta.  Nada escapava a esse envolvimento que ia alterando a matéria, fazendo aumentar a cadência de vibração de todas as suas moléculas.

O medo da morte, apego, tanto afetivo como material, talvez tenha sido o principal trauma que observei no momento da transição.  Daí sobrevinha uma solidão profunda, porque as pessoas não tinham ninguém em quem se amparar, em sua maioria se sentiam desesperados e sós.

Mas uma minoria, como eu, já estava esperando por isso e, enquanto tudo acontecia, se regozijava de ver toda a miséria se acabando.  Finalmente iriam ter um mundo novo, um mundo livre desta maneira autodestrutiva de viver, livre de vícios e de bombas que exterminam pessoas, livre da fome e da doença, da ignorância e do egoísmo.

Eu estava dentro de casa, minha filha havia chegado da faculdade, mas meu marido ainda não havia chegado do trabalho.  Eu sabia que não deveria sair para a rua, nem deixar ninguém entrar em minha casa.  

– O que será que o destino reservara para ele?  Muito mais tarde descobri que ele havia sido resgatado, pelas naves, antes mesmo de tudo começar, para voltar mais tarde e ajudar os sobreviventes.

Em casa, chamei por minha filha, fechamos todas as janelas e não falamos com mais ninguém.  Eu sabia de antemão, que deveria manter portas e janelas fechadas, e as frestas vedadas por panos e jornais molhados, umedecidos, pois a água não permitiria a entrada de gases venenosos no interior das residências.  Acendi algumas velas que estava guardando, pois sabia que não haveria outra luz qualquer durante três dias e três noites.

Ajoelhei e orei por meu marido.

No início, muitas dores na alma eu senti, pela ausência de contato com meu marido e amigos. Não podia ceder ao medo e ao pânico que foram gerados por gritos e gemidos de dor que ouvimos do lado de fora.  Não podia ceder à angústia, à aflição de não estarmos reunidas com todos aqueles que amávamos. Era importante manter a mente aberta e em prece a fim de receber as orientações que chegariam das naves dispostas sobre as cidades.

Os que então desencarnaram, foram levados para planetas melhores, semelhantes ou piores do que a Terra, para encarnarem novamente. Esses planetas tem clima, atmosfera, água e outros requisitos compatíveis com os da Terra.  O novo planeta natal de cada não-resgatado corresponderia ao seu nível evolutivo individual.

Ao final dos três dias e três noites, ao retornar a luz do sol, teve início o dia mais cruciante e decisivo da transição.

O que ocorreu, foi um agrupamento das pessoas que podiam ser espiritualmente recuperadas e, que, por conseguinte, seriam resgatadas. Grandes alojamentos foram improvisados para receberem os feridos, os mutilados, os necessitados de socorro, que podiam ser levados a esses locais.  Esses feridos recuperados e os que haviam permanecido dentro de suas casas, é que formaram esse grupo de resgatáveis.

Enfim, a ‘derradeira chamada’ para efetuar-se a seleção que se daria após este período. 

Muitas criaturas, por misericórdia do Pai, tiveram a última oportunidade, nessa hora cruciante, de fazer sua escolha.

Eu e minha filha estávamos entre eles, e na nave que nos resgatou, encontrei-me com meu marido, que já me esperava ansioso.  Ele me contou que havia sido levado antes dos ventos se iniciarem, juntamente com milhares de outras pessoas, escolhidas por seu caráter e religiosidade, para servirem de ponte entre o povo da Terra e seus salvadores. 

Na nave-mãe, eu conheci o Comandante Ashtar Sheran, líder supremo da frota de naves que efetuo o resgate. Foi através dele que soube que voltaríamos para nosso planeta, mais ou menos um ano depois, após muita luta, dor, sofrimento e aprendizado.

Os resgatados destinados a permanecer algum tempo nas naves que estavam orbitando ao redor da Terra, estavam sendo preparados para a recolonização que seria efetuada.  Outros, foram levados para mundos superiores, onde estão fazendo um aperfeiçoamento, visando reencarnações posteriores na Terra, trazendo tecnologia mais avançada, para que a “Nova Terra” consiga evoluir em progresso físico, ao mesmo tempo do progresso moral.

Ashtar Sheran, já vivera na Terra, em épocas onde reinavam as “leis do primitivismo”, quando conquistou muitos povos, pela força e coragem. Hoje, faz parte de seu trabalho, conquistar seus antigos súditos pelo amor, pela fé e pela luz. Trabalhando em prol da Causa Divina, ele pretende refazer seu caminho em direção a outras esferas superiores.

Ashtar Sheran

Seu corpo físico humano assemelha-se ao dos antigos guerreiros Celtas. Longos fios dourados lhe caem da cabeça, constituindo aspecto semelhante ao dos cabelos humanos. Sua fronte é branca como os raios da lua, seus olhos de um azul profundo são como duas portas abertas para o Universo e parecem ter vida própria. Acreditam, quem os contempla, que podem ser atravessados para alcançar um outro mundo de paz. Suas vestes prateadas cobrem-lhe o corpo como o uniforme de um soldado sempre pronto para o combate.

O tempo se passou e nós três, como muitos outros, fomos reconduzidos à Terra, trazendo uma tecnologia que deveria ser desenvolvida concomitantemente com o amor e o respeito.  Não apenas uns pelos outros (conhecidos, parentes, amigos) como também por todos os seres habitantes desta Terra, fossem eles compatíveis com seus níveis evolutivos ou não.

Fomos transportados novamente, trazendo conosco o fruto do aprendizado desenvolvido nos período em que ficamos afastados.  Nós, os novos colonizadores, somos aqueles cujo compromisso cármico requer esforço, luta, embates duros, enfrentamento de situações difíceis de sobrevivência.

Também foram reconduzidas, em momento posterior aos colonizadores, as nossas crianças, menores de 12 anos, no momento do Resgate, que haviam sido levados a um caminho de ascensão angélica espiritual. Algumas trouxeram com elas, no âmago de seus pequenos seres, as luzes desenvolvidas ao longo de muitas encarnações. Outras, trouxeram oferendas divinas, ofertadas para nós, vindas de outros Orbes Planetários.

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Atlântida – os mestres de luz

24 01 2010

Chegaram, então os arianos, os povos atlantes da Raça Azul. 

Mestres de Luz de corpos etéricos, fluídicos, não físicos, que já vinham estudando o povo da Lemúria, com preceitos religiosos elevados e que deram origem, mais tarde, aos Celtas. 

Mentes não corpóreas que podiam se projetar no mundo material e que começaram a interagir com os corpos dos antigos Lemurianos. 

Comunicavam-se por imagens, através das mentes. A linguagem escrita e falada só apareceu depois, quando necessária, por conta de suas experiências corpóreas. 

Suas mentes andróginas se dividiram em duas consciências (feminina e masculina), de acordo com os antropóides em quem se projetavam, e que já possuíam essas distinções biológicas.  Com o tempo eles se tornaram como que viciados nesse mundo material, nos prazeres da vida, principalmente do sexo, movendo-se de um corpo orgânico para outro.  Quando isso acontecia, havia um afastamento da consciência de sua existência anterior. 

Eles progrediram nessa simbiose e procriaram. 

À medida que isso acontecia, suas habilidades telepáticas foram diminuindo e sua memória natal se desvanecendo. Para isso, passaram-se milhares de anos.

Eles gostaram da forma daquela criatura que consideraram “superior” e foram se esquecendo de suas origens, mergulhados na sensualidade que os corpos físicos podiam lhes proporcionar.

Os primeiros Atlantes eram fisicamente muito grandes, daí o mito dos Titãs, gigantes mitológicos.  Alguns viviam centenas de anos no mesmo corpo, mas acabaram descobrindo a fragilidade dos mesmos, e com ela, a morte.

Sem os poderes não-corpóreos, essas formas de vida, não conseguiam sobreviver na biosfera natural.  

Por essa razão, um ambiente especial foi criado por eles, uma grande massa continental formada por suas mentes, com as substâncias da Terra, que foi chamada de Atlântida. 

Também surgiu a necessidade de se construírem casas e formarem cidades, já que suas consciências estavam projetadas, cada vez mais no mundo material.

Com a miscigenação das raças, surgiu a corrupção e a ruptura de valores.  Os vícios e o materialismo se desenvolveram a níveis sem precedentes, degenerando a evolução e renegando as forças da natureza.

À medida que eles se reproduziam biologicamente, seu tamanho físico começou a diminuir, já que sua base antropóide havia, há muito, escapado a seu controle consciente. 

Eles tiveram que usar uma grande quantidade de energia para manter sua integridade física.  Isso formou uma espécie de vácuo magnético, abaixo de seu continente insular. 

A poluição da biosfera se tornou imensa e esse vácuo fraturou a crosta terrestre, e alterou o eixo de todo o planeta, causando os terremotos e maremotos que fizeram com que a Atlântida física sumisse da face da Terra.

Atlântida passou, então, por 4 fases de purificação, a partir dos 4 elementos: incêndios (fogo), terremotos (terra), furacões (ar) e o dilúvio (água).  Com esta última fase, a sua destruição total veio a ocorrer, arrastando consigo seus milhões de habitantes.

Entretanto, alguns mais sábios ou mais conscientes, perceberam a perda de seus poderes mentais e notaram que esse meio ambiente por eles criado, era uma violação da natureza divina e escolheram permanecer como criaturas de luz. 

Foram esses os que conseguiram escapar, levando todas as tradições e ensinamentos sagrados, dos grandes Mestres de Luz.  Esse grupo se dividiu pelos outros blocos continentais da Terra, onde passaram a transmitir sua sabedoria. 

Para preservar a semente humana da destruição, e assim permitir o prosseguimento da evolução do Ser, esses 7 grupos de criaturas, criaram as futuras civilizações. 

As regiões dos atuais México (com Quetzal-Coatl), Peru (com Manco-Capac), Índia (com Vaisvávata), Egito (com Osíris), China, Escandinávia e Cáucaso, foram as escolhidas pelos iniciados, para receber os enviados Atlantes e ali construírem os núcleos das futuras comunidades.

Esses ensinamentos dos Mestres de Luz que saíram da Atlântida, foram inseridos em cristais de quartzo, durante vários anos antes do grande cataclisma, por estes iluminados, sabedores do futuro. 

Estes cristais, posto que matéria viva, foram cultivados e canalizados, pelos meios eletromagnéticos da Terra, com conhecimentos, história, sabedoria e as próprias mentes dos Mestres, formando grandes reservatórios e arquivos, para serem espalhados pelos 7 lugares escolhidos na Terra. 

Foram polidos e lapidados até receberem a forma de crânios humanos, de límpido cristal transparente. 

De fato, várias vidas, várias memórias puderam ser depositadas nesses cristais. 

Esses locais escolhidos são, atualmente, chamados de Centros de Luz, os chakras do planeta, pontos físicos energéticos de grande poder psíquico.  Em cada um deles, há parte do conhecimento total. 

Quando todos os crânios forem descobertos e reunidos, seremos guardiões da Sabedoria Divina.  Mas essa hora ainda não chegou.  Atualmente já foram descobertos cristais no Peru (em 1924) e na Grande Pirâmide do Egito.