Lemúria – a Terra de Mú

25 01 2010

Mú tornou-se um paraíso tropical e os lemurianos acreditavam que o sol era sua energia suprema. 

Acreditavam, também, que o sol de cada homem era localizado no seu “terceiro olho”, o olho invisível que estava sintonizado em suas visões interiores.  Eram livres de doenças, viviam até mais de cem anos, desenvolveram suas habilidades extra-sensoriais, através de 40.000 anos de prática e experimentação.  Com tantos séculos de evolução, os lemurianos eram mestres em telepatia, viagem extra-corpórea, telecinesia e teletransporte. Era uma sociedade matriarcal, vegetariana, voltada para a agricultura, vida ao ar livre, que trabalhava em harmonia com a natureza, usando pouca ou nenhuma tecnologia.  Usavam as ondas de alta-frequência, energia solar e a energia dos cristais de quartzo no seu dia-a-dia e rituais.

Durante milhares de anos, esse continente cumpriu sua nobre tarefa, completando o ciclo evolutivo do corpo etérico do homem, sede de sua emoção e sensibilidade, tornando-se necessário promover o desenvolvimento da mente e do intelecto, já potencial e embrionariamente existentes.

Eles possuíam corpos físicos, entretanto, com o desenvolvimento das percepções extra-sensoriais, preferiram permanecer quase que o tempo todo em estado latente, meditativo, fora do corpo, sem nunca terem, com isso, completado sua tarefa primordial que era a de desenvolver totalmente o corpo orgânico.  Eles falharam na tarefa de se tornarem humanos, aprendendo com seus erros e vivendo no mundo físico.

Os sábios e profetas de Mú, começaram a se conscientizar de que alguma coisa estava para acontecer.  A Terra ia passar por um momento dramático, um cataclisma, uma inundação.  Era muito importante que o conhecimento dos lemurianos fosse preservado.  Então, por 2.000 anos, eles se prepararam para o tal acontecimento.  Eles passaram seus conhecimentos para todos os que podiam recebê-los, de forma que dificilmente fossem esquecidos.

Eles também começaram a desenhar mapas detalhados de todos os túneis subterrâneos que existiam no planeta, e planejaram descer a esses túneis quando fosse a hora certa, o que aconteceu aproximadamente um ano antes da Grande Inundação. 

Estima-se que 64 milhões de almas tenham perecido quanto o continente afundou. As ilhas do Pacífico são os vestígios dessa terra perdida. 

Seu povo sobrevivente, entre os que mais tinham conhecimento de seus corpos físicos, quando as águas baixaram, voltaram à superfície e encontraram suas terras divididas em várias partes. 

Voltaram a se organizar e a colonizar os novos continentes, formando a única raça realmente terrestre, a Raça Vermelha, os atuais os índios norte-americanos, seres fortes, de estatura elevada, testa recuada e imberbes, passando seus registros sagrados por tradição oral, até os dias de hoje.

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3 responses

26 06 2010
Silvana

Olá, Lili! Estou muito emocionada com tudo isso. É fantástico! Esse é o mundo do qual eu faço parte. Obrigada por descrevê-lo com tanta precisão. Há uma saudade latente em meu coração. Seus relatos avivam minha memória.
Parabens pelo seu trabalho. Eu gostaria de conhecê-la. meu e-mail: sil-adv@hotmail.com

Abs. Silvana

14 03 2011
Luís

olá Lili,li sobre seu post e achei muito interessante. Sabes se tem alguma ligação desse povo com alguma visita do espaço,tipo de Marte? Eu comecei a ler como eram as vidas em Marte,eu posso ver algo mas nem comento,pois as pessoas podem achar que sou louco. Bjs.

30 03 2011
Lili Machado

Oi Luis, acho que Marte é um mundo de outra dimensão – não a da Terra.

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